segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Limiar

O meu eu de poetisa
vibra com versos imprecisos
E deixa revelar
apenas uma parte de si
nunca entrega tudo
Fica no limite
entre a candura e a insensatez.

(Nil)

2 comentários:

  1. "nunca entrega tudo...fica no limite
    entre a candura e a insensatez"

    (coisa bela isso, viu!!)

    só pra constar: gosto da candura...e gosto tb da insensatez...

    essa é minha amiga poeta!!!...um dia eu chego lá...rss

    ResponderExcluir
  2. Olha quem fala, jornalista de primeira e que escreve com alma e coração. É aquilo que já disse, temos aquele "piscianismo galopante" e nem achamos ruim, né? rs
    Obrigada!!!

    ResponderExcluir

Obrigada por comentar!